Crítica | Homem-Aranha: Um Novo Dia

Já dizia Demi Lovato em Camp Rock 2: ♪ It’s a brand new day ♪  

Em Homem-Aranha: Um Novo Dia, quatro anos se passaram desde Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, e Peter Parker (Tom Holland) é agora um adulto vivendo completamente sozinho e se dedicando integralmente no combate ao crime em Nova York. Mas a pressão aumenta quando ele enfrenta um dos vilões ou vilãs mais poderosos que ele já encontrou, ameaçando sua própria existência.

O quarto filme do Cabeça de Teia é dirigido por Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), cuja direção abusa positivamente dos close-ups e slow motions, honrando a paleta de cores e visuais do herói. Os efeitos especiais também corroboram para isso.

O longa demora um pouco a deslanchar, como a maioria dos filmes do Homem-Aranha, e apresenta uma história mais solitária e melancólica, parecendo uma união entre Thunderbolts e Homem-Aranha 3. Porém, a felicidade retorna ao rever Tom Holland, Zendaya (MJ) e Jacob Batalon (Ned) em seus respectivos papéis, enquanto apresenta/reapresenta novos/velhos personagens do universo Marvel, como Frank Castle/Justiceiro (Jon Bernthal), Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e mais.

Brand New Day, no original, é um dos melhores filmes do Homem-Aranha no geral, mas não chega a superar Sem Volta Para Casa e Homem-Aranha 2.

O filme tem uma cena pós-créditos que talvez direcione ao próximo filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). #JustSaying

NOTA: 4/5

Título original: Spider-Man – Brand New Day
Diretor: Destin Daniel Cretton
Ano: 2026
Duração: 2h 25min
Distribuidor: Sony Pictures Brasil
Elenco: Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon Bernthal, Mark Ruffalo

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